O Brasil precisa de mudança, e é por isso que preparo minhas malas. Mas sério, a solução existe e é simples: basta que todos nos unamos, mas que nos unamos contra o Brasil.
Se todos os brasileiros começassem a especular forte contra o nosso país -- algo que comprovadamente dá dinheiro --, quebraríamos o Estado, e ainda sairíamos com uns bons trocados.
terça-feira, 23 de julho de 2002
domingo, 21 de julho de 2002
terça-feira, 2 de julho de 2002
Gedankenexperiment
"Experiência de pensamento", termo cunhado pelo velho Albo, e um dos doze ou treze que um físico conhece em alemão. Mas, na verdade, "gedanken" está mais é para "passatempo", um probleminha para se ficar pensando, repensando e depois complicando. Digo-o porque o físico é um sujeito que trabalha, sempre que for possível, por motivos estéticos e por pura preguiça, com os problemas em sua forma mais simples possível. Um exemplo bobo seria:
Considera um vagão com duas lâmpadas em extremidades opostas e com um observador no centro. Suponha que o observador veja as duas lâmpadas com o mesmo tamanho, mesma intensidade. Fosse uma mesa, ou tábua, onde estivessem fixas tais lâmpadas, poderia girá-los à vontade, que a intensidade ficaria inalterada (salvo durante a rotação). Ao vagão em que isso ocorra, e a todo sistema de coordenadas que a ele estiver parado, denominaremos “Sistema em Repouso”. O que ocorre, porém, num vagão dotado de velocidade não nula com relação ao citado?
Pois bem, como a velocidade da luz não depende da fonte, no caso extremo (velocidade com mesma direção do segmento de reta formado pelas lâmpadas), a luz de uma demoraria r’/(c+v) para uma extremidade e r’/(c-v) para a outra (r’ é o raio contraído do vagão) para o sistema em repouso. Ou seja: para um observador no centro do vagão, a luz emitida por uma das extremidades chegará antes que a doutra e, por isso, uma das lâmpadas parecerá maior. Se, em vez de nas extremidades, estivessem fixas a uma mesa dentro do vagão, fazendo com que esta girasse cento e oitenta graus, a situação final seria igual; ou seja: mesmo para um observado interno, não são as lâmpadas a possuir diferentes tamanhos, mas o vagão é que estaria dotado de movimento.
É claro, haverá sempre quem assevere o contrário; e a intenção é essa, aí é que a coisa fica divertida... e quando mencionam a Geral, sempre há muita alegria.
Considera um vagão com duas lâmpadas em extremidades opostas e com um observador no centro. Suponha que o observador veja as duas lâmpadas com o mesmo tamanho, mesma intensidade. Fosse uma mesa, ou tábua, onde estivessem fixas tais lâmpadas, poderia girá-los à vontade, que a intensidade ficaria inalterada (salvo durante a rotação). Ao vagão em que isso ocorra, e a todo sistema de coordenadas que a ele estiver parado, denominaremos “Sistema em Repouso”. O que ocorre, porém, num vagão dotado de velocidade não nula com relação ao citado?
Pois bem, como a velocidade da luz não depende da fonte, no caso extremo (velocidade com mesma direção do segmento de reta formado pelas lâmpadas), a luz de uma demoraria r’/(c+v) para uma extremidade e r’/(c-v) para a outra (r’ é o raio contraído do vagão) para o sistema em repouso. Ou seja: para um observador no centro do vagão, a luz emitida por uma das extremidades chegará antes que a doutra e, por isso, uma das lâmpadas parecerá maior. Se, em vez de nas extremidades, estivessem fixas a uma mesa dentro do vagão, fazendo com que esta girasse cento e oitenta graus, a situação final seria igual; ou seja: mesmo para um observado interno, não são as lâmpadas a possuir diferentes tamanhos, mas o vagão é que estaria dotado de movimento.
É claro, haverá sempre quem assevere o contrário; e a intenção é essa, aí é que a coisa fica divertida... e quando mencionam a Geral, sempre há muita alegria.
Assinar:
Postagens (Atom)