quarta-feira, 31 de dezembro de 2003

Ditadura Nunca

Aproveitemos o final de ano e findemos também com o mito da Ditadura, que jamais esteve presente em nossas plagas.

Que seja um mito é facilmente verificável pelos livros de história, que não conseguem sequer dizer em que dia exato a brincadeira começou.

O mesmo argumento prova a inexistência de Jesus e Beethoven.

O Mister não falou nem avisou, mas eu anotei

Estou fazendo uma simpatia para não encontrar pais-de-santo nem pretos-véios na praia. Espero que dê certo.

(i) doze caixas de fogos-de-artifício vagabundos;

(ii) flores para Iemanjá, a padroeira dos assassinos em série;

(iii) submetralhadora Thompson, caso o povo tenha um acesso de coragem, inspirado pelo novo ano ou pela cachaça, e revide.

Se tiveres um futuro, ou não gostares de sangue, aponta os fogos para o alto: a fumaça estragará o espetáculo da prefeitura, trazendo felicidade a teu coração.