Donde se deduz que a boca é a porta, a língua o tapetinho e o nariz a campainha. A orelha seria uma espécie de entrada de serviço, e o cérebro, um sótão cheio de traste velho e sem função.
Jovens altamente reacionários usam piercings à guisa de aldraba. Velhos se contentam em ignorar as rachaduras da fachada, disfarçar o telhado que descasca (talvez dando mais uma demão), além de publicarem posts sem pé nem cabeça no tempo vago.