quarta-feira, 21 de setembro de 2005

Soneto de Fidelidade

De tudo, ao celular serei atento
Antes, e com torpedo, e sempre, em trânsito
Que mesmo em face do maior encanto
Um motorola desfará meus pensamentos

Quero LG em cada vão momento
E em meu horror, hei de baixar o santo
E ouvir a midi e derramar meu pranto
A meu pesar: oi, seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a nokia, angústia de quem vivo
Quem sabe a claro, fim de quem chama

Eu possa me dizer da teen (que tive)
Que não seja imortal, posto que é câmera
Mas que seja siemens enquanto dure